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Alta gestão da Polícia Penal analisa cumprimento das metas do planejamento estratégico para 2024

Análise observou os índices de execução das ações previstas para este ano até outubro e verificou a efetividade dos resultados já alcançados

A alta gestão da Polícia Penal de Goiás realizou, na manhã dessa terça-feira (8), a análise minuciosa de todas as metas dos cinco objetivos estratégicos que constam no Planejamento Estratégico Institucional (PEI) 2024-2027, tendo como foco da discussão as métricas e percentuais já executados para cada uma delas, em 2024, de janeiro a setembro.  Os cinco objetivos estratégicos têm, ao todo, 31 metas. A maior parte delas diz respeito ao objetivo de número 1: Garantir a segurança dos presídios e o controle do cárcere.

As ações estratégicas também estão relacionadas à reintegração social, gestão de processos, valorização dos servidores e à nova estruturação administrativa, com execuções diversas que devem ocorrer até 2027. Nas avaliações analisadas para o exercício 2024, até o mês atual, a administração está com mais de 95% dos resultados satisfatórios, tendo números que até superaram a meta. As planilhas de monitoramento 2024 será avaliada também, nesse mês, pela Controladoria-Geral do Estado (CGE) para a verificação da realidade das execuções que estavam previstas e se já atingiram os percentuais previstos para esse ano, dentro do cronograma do Compliance Público do Governo de Goiás. A CGE quer verificar se o planejamento da gestão para este ano encontra-se no patamar que a Polícia Penal previu para ser executado.

Para o diretor-geral da instituição, Josimar Pires, o acompanhamento de metas é um alinhamento da gestão para a certeza de que os esforços, recursos humanos, materiais e financeiros estão sendo direcionados para os objetivos estrategicos principais da instituição. “Não podemos perder tempo sobre onde queremos chegar. Alinhar esforços e metas nos garante centralizar forças onde realmente importa, sem perdemos o foco da gestão. Estamos todos altamente comprometidos nessa missão”, afirmou.

O que é o monitoramento do planejamento estratégico?

É um momento de avaliação dos processos e dos resultados, com o objetivo de identificar falhas, fazer as correções necessárias, alinhar o fluxo de processos aos resultados e aos objetivos preestabelecidos no planejamento estratégico e, ainda, oportuniza rever as ações e redimensioná-las ao longo dos quatro anos do PPI.

Objetivos Estratégicos

Os cinco objetivos estratégicos do PEI/PPGO 2024-2027 são:

1 – Garantir a Segurança e o controle do carcere. As metas monitoradas são: índices de fugas consumadas, motins e rebeliões, interceptações de ingressos de ilícitos em unidades prisionais, número de operações e proedimentos preventivos de revistas estrutuais e gerais em presídios, número de recapturas, aumento do número de unidades monitoradas por câmeras e monitoramento eletrônicos de presos e cumprimento do Procedimento Opercional Padrão, entre outras.

2 –  Ressocialização: Ampliação dos projetos de reintegração social da pessoa presa e do egresso. As metas monitoradas dizem respeito aos custodiados e são: participação em cursos profissionalizantes e mercado de trabalho; participação em cursos do ensino formal; remição de pena em projetos culturais, esportivos e de leitura; redução do número de reincidência penitenciária entre pessoas que participaram de projetos de ressocialização; atividades e serviços prestados na área de alternativas penais e expansão das atividades da CAP e CIAP para todas as coordenações regionais, entre outras.

3 –  Monitoramento de processos e projetos de forma eficiente para facilitar a governança com decisões baseadas em dados e informações. As metas em monitoramento são: A desburocratização do fluxos administrativos, sendo mais simplificados e ágeis; redução do tempo de resolução de demandas administrativas; apresentação de dados por meio de ferramentas tecnológicas; compilação dos dados de segurança, reintegração social e gestão em painéis disponiveis paras as áreas de gestão, auxiliando na tomada de decisões; reformulação da estrutura organizacional; uso de processos tecnológicos e inteligência artificial na governança, entre outras

4 – Aprimoramento no modelo de regionalização. As metas em andamento são: estudo do modelo atual de regionalização; redução do déficit de vagas para custódia e custodiados nos presídios goianos, entre outras.

5 – Valorização profissional. Entre as metas em andamento estão: a substituição dos servidores temporários por policiais penais e o aumento do efetivo de PPs; efetividade da atenção à saúde do servidor; qualificação continuada do servidor; entre outras.

As metas em acompanhamento têm como objetivo maior atingirem a missão institucional da Polícia Penal estabelecida também pelo Planejamento Estratégico para 2024-2027. Ou seja: tornar-se um modelo nacional de excelência em gestão prisional, destacando-se pela segurança, eficiência e ressocialização efetiva dos custodiados, com ênfase na utilização de tecnologias inovadoras e práticas de gestão humanizadas. Para tanto, o PPI traz também os valores institucionais como princípios que regem a missão: Integridade, Respeito aos Direitos Humanos, Inovação, Capacitação e Desenvolvimento, Compromisso com a Segurança Pública, Colaboração e Parcerias, Responsabilidade Social e Transparência.

É missão da Polícia Penal administrar o sistema prisional de Goiás de forma inovadora, íntegra e responsável, com foco na melhoria contínua de processos e pessoas, promovendo a segurança pública por meio de práticas eficazes de custódia no controle do cárcere e da harmônica reintegração social de custodiados e egressos, assegurando a defesa dos direitos humanos.

Reunião

O planejamento estratégico da Polícia Penal de Goiás está publicado no site da instituição e apresenta também, entre as metas, indicadores e objetivos estratégicos, a cadeia de valores institucionais. Na reunião da alta gestão para o monitoramento das metas para 2024 estiveram presentes o diretor-geral, Josimar Pires; o diretor-adjunto, Firmino José Alves; o superintendente de Reintegração Social e Cidadania (Supresc), Leoni di Ramos Caiado Neto; o assistente da Supresc, William Kencys Mold Feitosa Alveso superintendente de Segurança Penitenciária (Susepe), Leopoldo de Castro Coelho; a superintendente de Gestão Integrada (SGI), Aline Rachel Gonçalves Costa; o gerente de Planejamento e Políticas Penitenciárias, Macgawer Macedo Mori; e a chefe do Escritório de Compliance da PPGO, Flora Ribeiro.

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