Polícia Penal recebe sugestões de melhorias para os contratos de alimentação
Audiência pública recebe representantes das empresas terceirizadas, de órgãos de fiscalização, organizações de direitos humanos e sociedade civil, além de gestores dos contratos

Troca de informações entre os gestores, sugestões para melhoria do cardápio e maior divulgação na execução dos contratos foram as principais sugestões colhidas pela Diretoria-Geral de Polícia Penal durante audiência pública realizada na tarde desta sexta-feira (3), em Goiânia. O evento foi realizado para discutir a qualidade dos serviços de alimentação prestados aos custodiados por empresas terceirizadas pela DGPP.
Durante duas horas, representantes das empresas terceirizadas, de órgãos de fiscalização, organizações de direitos humanos e sociedade civil, além de gestores dos contratos por parte da Polícia Penal debateram melhorias nos contratos. Diariamente, a Polícia Penal serve aproximadamente 72 mil refeições em 86 unidades prisionais do Estado.
“Temos um trabalho contínuo de melhoria na prestação material ao apenado, especialmente da alimentação. Queremos discutir, de forma pública e transparente, o que pode ser melhorado. Já avançamos bastante com estes contratos, mas podemos avançar mais”, explica o diretor-geral de Polícia Penal, Josimar Pires.
Atualmente, a DGPP possui nove contratos de alimentação. Eles estão em vigor desde 2023 e se estendem até o início do próximo ano. São quatro refeições por dia para presos e servidores penitenciários: café da manhã, almoço, jantar e ceia. O valor total dos contratos é de, aproximadamente, R$ 210 milhões por 20 meses.
Sugestões
Os gestores dos contratos de alimentação, que são os policiais penais que administram as unidades prisionais, trocaram informações de como aprimorar a fiscalização e a qualidade das refeições. Uma das ideias é a instalação de cubas industriais em determinadas unidades. Outra ideia é a tentativa de montar cozinhas industriais mais próximas dos presídios.
Os contratos com as empresas terceirizadas também terão maior publicidade. Os documentos, que já são disponibilizados para os órgãos de fiscalização e controle, serão colocados também no site da Polícia Penal e poderá ser acessado por qualquer cidadão. Ficou acordado também que a ata da audiência pública será remetida ao Ministério Público e Defensoria Pública de Goiás.
Transmissão
Além de presencial, a audiência pública foi transmitida ao vivo pelo YouTube da Polícia Penal. O vídeo, inclusive, pode ser acessado, na íntegra, no canal da instituição.
Comunicação Setorial da Polícia Penal de Goiás





