Portaria nº 345, de 06 de setembro de 2024
Última atualização em: 01/12/2024
Categoria: Portarias
ESTADO DE GOIÁS
DIRETORIA-GERAL DE POLÍCIA PENAL
PORTARIA Nº 345/2024, de 06 de setembro de 2024
Dispõe sobre a retificação da Portaria nº 56, de 21 de fevereiro de 2024 que cria e homologa o Curso de Intervenção Básica (CIB).
O DIRETOR-GERAL DE POLÍCIA PENAL, nomeado pelo Governador do Estado de Goiás, por intermédio do Decreto de 16 de dezembro de 2021, publicado na página 9 do Suplemento do Diário Oficial/GO n.º 23.698, no exercício das competências que lhe foram atribuídas pelo Decreto n.º 9.517, de 23 de setembro de 2019, e
CONSIDERANDO a necessidade de padronização dos atos de criação/abertura dos cursos ministrados pela Escola Superior de Polícia Penal do Estado de Goiás (ESPP-GO);
CONSIDERANDO a necessidade de promover atividades de ensino que melhor qualifiquem os profissionais da Diretoria-Geral de Polícia Penal, objetivando os resultados almejados pela administração;
CONSIDERANDO a eficiência, a qualificação e o treinamento continuados dos Servidores Públicos, como ações indispensáveis para uma prestação de serviço público de qualidade, em pleno acordo com as normas regulamentares (Leis, Decretos e outros), proporcionando a toda sociedade, um atendimento de excelência;
CONSIDERANDO que a Diretoria-Geral de Polícia Penal do Estado de Goiás, por meio da Gerência de Ensino, tem a premissa de promover cursos de formação, capacitação e aprimoramento profissional tanto para os servidores da Diretoria quanto para atender às solicitações de instituições e/ou servidores de órgãos públicos federais, estaduais ou municipais, RESOLVE:
Art. 1º – RETIFICAR a PORTARIA Nº 56, de 21 de fevereiro de 2024 (56956733) que CRIA E HOMOLOGA o CURSO DE INTERVENÇÃO BÁSICA (CIB).
Onde se lia:
Art. 1º – CRIAR E HOMOLOGAR o CURSO DE INTERVENÇÃO BÁSICA (CIB), com duração de aproximadamente 07 (sete) dias com 100 (cem) horas/aulas, na modalidade exclusivamente presencial, destinado a qualificar os servidores da Polícia Penal, que atendam aos requisitos, e membros de instituições coirmãs.
Art. 2º – Determinar que a Escola Superior de Polícia Penal, por meio da Coordenação de Ensino Operacional planeje e programe o I CURSO DE INTERVENÇÃO BÁSICA 2024 – I CIB/2024, de acordo com a demanda da área técnica, e após autorização do Diretor-Geral realize o curso conforme as normas estabelecidas neste regulamento e plano de curso.
Art. 3º – Determinar que a participação no I CURSO DE INTERVENÇÃO BÁSICA 2024 – I CIB/2024, será através da realização de processo seletivo, na qual os candidatos deverão ser aprovados, de acordo com as normas estabelecidas no edital em anexo.
Art. 4º – Os professores/instrutores serão remunerados conforme a Portaria n.º 110/2020 – GAB/DGAP e Portaria n.º 114/2020 – GAB/DGAP, salvo quaisquer alterações legislativas ou administrativas nesse sentido.
Parágrafo único — Os servidores designados farão jus à remuneração, pelo desenvolvimento das ações formativas, durante as atividades letivas do curso, sendo que o valor mensal de horas trabalhadas não poderá exceder ao limite de R$ 700,00 (setecentos reais).
Art. 5º – O I CURSO DE INTERVENÇÃO BÁSICA 2024 – I CIB/2024 deve ser planejado e programado seguindo as diretrizes e regulamentos a seguir.
Art. 6º – ENCAMINHAR esta Portaria à Gerência da Secretaria-Geral, à Comunicação Setorial para publicação e à Escola Superior de Polícia Penal para conhecimento e providências necessárias.
Leia-se:
Art. 1º – CRIAR E HOMOLOGAR o CURSO DE INTERVENÇÃO BÁSICA (CIB), com duração de aproximadamente sete dias com 100 horas/aulas, na modalidade presencial, destinado a qualificar os servidores da Polícia Penal, que atendam aos requisitos, e membros de instituições Coirmãs.
Art. 2º – DETERMINAR que a Escola Superior de Polícia Penal, por meio da Coordenação de Ensino Operacional, ou seção correspondente, planeje e programe o CURSO, conforme demanda da área técnica, e após autorização do Diretor-Geral realize o curso conforme as normas estabelecidas neste regulamento e plano de ensino.
Art. 3º – Os professores/instrutores serão remunerados conforme a Portaria n.º 110/2020 – GAB/DGAP e Portaria n.º 114/2020 – GAB/DGAP, salvo quaisquer alterações legislativas ou administrativas nesse sentido.
Parágrafo único — Os servidores designados farão jus à remuneração, pelo desenvolvimento das ações formativas, durante as atividades letivas do curso, sendo que o valor mensal de horas trabalhadas não poderá exceder ao limite de R$ 700,00, salvo quaisquer alterações legislativas ou administrativas nesse sentido.
Art. 4º – O CURSO DE INTERVENÇÃO BÁSICA (CIB), deve ser planejado e programado seguindo as diretrizes, regulamentos e plano de ensino (ANEXO I) a seguir.
Parágrafo único: Eventuais atualizações relacionadas a evoluções operacionais, como a inclusão de novas disciplinas e a retirada de disciplinas desatualizadas, serão realizadas exclusivamente no plano de ensino do curso, mantendo a estrutura organizacional, as diretrizes e os regulamentos descritos nesta portaria.
- OBJETIVOS DO CURSO
O aperfeiçoamento técnico dos servidores da Diretoria-Geral de Polícia Penal, bem como dos servidores de instituições Coirmãs, nas atividades de rotina de segurança das Unidades Prisionais – UP.
- PÚBLICO ALVO
Servidores da Polícia Penal, bem como servidores de Instituições Coirmãs.
- CONDIÇÕES DE EXECUÇÃO
3.1. O curso está previsto para 35 vagas.
3.2. O curso será realizado na Escola Superior de Polícia Penal do Estado de Goiás (ESPP-GO), Complexo Prisional Policial Penal Daniella Cruvinel (DGPP-GO), e/ou outros locais a serem definidos pela Coordenação do curso, conforme conveniência e oportunidade.
3.3. Duração do curso: 100 horas/aulas (aproximadamente sete dias).
3.4. O curso será realizado na modalidade presencial, conforme conveniência e oportunidade da coordenação.
3.5. O Corpo Docente será composto por Instrutores da ESPP-GO e do Grupo de Operações Penitenciárias Especiais – GOPE.
3.6. A Coordenação do curso ficará sob responsabilidade da Gerência de Ensino/Coordenação de Ensino Operacional da Escola Superior de Polícia Penal (ESPP).
Art. 5º – ENCAMINHAR esta Portaria à Comunicação Setorial para publicação e à Escola Superior de Polícia Penal para conhecimento e providências necessárias.
ANEXO I
GRADE CURRICULAR CURSO DE INTERVENÇÃO BÁSICA (CIB)
| GRADE CURRICULAR | |
| DISCIPLINA | CARGA HORÁRIA |
| TREINAMENTO FÍSICO POLICIAL – TFP | 10 h/a |
| ROTINA DE SEGURANÇA PENITENCIÁRIA APLICADA A INTERVENÇÃO BÁSICA | 10 h/a |
| DEFESA PESSOAL APLICADA A INTERVENÇÃO BÁSICA | 5 h/a |
| INSTRUMENTOS DE MENOR PONTENCIAL OFENSIVO – IMPO | 5 h/a |
| ALGEMAMENTO E IMOBILIZAÇÃO TÁTICA BÁSICA | 10 h/a |
| NOÇÕES DE ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR TÁTICO: USO DO TORNIQUETE | 5 h/a |
| NOÇOES DE BALÍSTICA: DESCONSTRUÇÃO DE MITOS | 5 h/a |
| USO/MANUSEIO E MANUTENÇÃO DE ARMAMENTO: PISTOLA APLICADA A INTERVENÇÃO BÁSICA | 10 h/a |
| USO/MANUSEIO E MANUTENÇÃO ARMAMENTO: ESPINGARDA 12 GA APLICADA A INTERVENÇÃO BÁSICA | 10 h/a |
| INTERVENÇÃO PENITENCIÁRIA BÁSICA | 20 h/a |
| PRÁTICA SUPERVISIONADA APLICADA A INTERVENÇÃO BÁSICA | 10 h/a |
| TOTAL | 100 h/a |
ANEXO II
PLANO DE ENSINO CURSO DE INTERVENÇÃO BÁSICA (CIB)
| Curso: Curso de Intervenção Básica (CIB) | Disciplina: Treinamento Físico Policial | Carga Horária Mínima: 10 |
| EMENTA | ||
| Esta disciplina tem como objetivo desenvolver nos servidores a importância da preparação física para atender às exigências práticas, físicas e psicológicas de suas funções, por meio de treinamento físico policial, incluindo exercícios de resistência, força, agilidade e técnicas de combate, além de promover a resiliência e o bem-estar mental necessários para enfrentar situações desafiadoras no ambiente de trabalho. | ||
| OBJETIVOS | ||
| Geral Visa demostrar a necessidade da preparação física do servidor para com as exigências práticas, físicas e psicológicas de suas funções. | ||
| Específicos • Desenvolvimento de condicionamento físico; • Treinamento específico para as atividades policiais; • Prevenção de lesões; • Desenvolvimento de disciplina e trabalho em equipe. • Integração do treinamento físico com estratégias táticas. • Promoção de saúde e bem-estar. | ||
| CONTEÚDO PROGRAMÁTICO | ||
| I – Alongamento: a) Importância do alongamento na prevenção de lesões; b) Demonstração de técnicas de alongamento para diferentes grupos musculares. II – Aquecimento: a) Racionalidade por trás do aquecimento antes do treinamento físico; b) Exemplo de rotinas de aquecimento eficaz; c) Práticas de aquecimento específicas; III – Corrida: a) Benefícios da corrida para o condicionamento físico e cardiovascular; b) Técnicas de corrida, respiração e postura; c) Programação de corridas progressivas para melhora do condicionamento físico; IV – Ginástica Básica: a) Demonstração e prática de exercícios básicos para fortalecimento muscular; b) Instruções sobre adaptação dos exercícios as necessidades individuais; c) Sessões de prática livre para desenvolver habilidades específicas. | ||
| METODOLOGIA | ||
| A disciplina utilizará uma abordagem diversificada e interativa, combinando: • Aulas expositivas (recursos audiovisuais); • Demonstrações práticas; • Sessões práticas; • Feedback contínuo entre aluno e instrutor. | ||
| AVALIAÇÃO | ||
| A avaliação se dará de forma contínua durante o curso/instrução, tanto na parte teórica quanto prática, buscando avaliar o progresso do aluno e os devidos ajustes conforme necessidade. | ||
| BIBLIOGRAFIA | ||
| Básica | ||
| Nelson, Arnold G., and Jouko Kokkonen. Stretching anatomy. Human Kinetics, 2020. Bishop, Daniel. Warm up for soccer: A dynamic approach. United Soccer Coaches, 2018.
| ||
| Complementar | ||
| Daniels, Jack, and Loren Cordain. Daniels’ running formula. Human Kinetics, 2021. Rippetoe, Mark, and Lon Kilgore. Starting strength: Basic barbell training. The Aasgaard Company, 2011.
| ||
| Curso: Curso de Intervenção Básica (CIB) | Disciplina: Rotina de Segurança Aplicada a Intervenção Básica | Carga Horária Mínima: 10 |
| EMENTA | ||
| Esta disciplina tem como objetivo capacitar os servidores nas rotinas de segurança penitenciária, visando promover uma atuação uniforme e padronizada nas unidades prisionais. A capacitação será baseada no Procedimento Operacional Padrão (POP), garantindo que todos os servidores atuem de acordo com as normas e diretrizes estabelecidas, assegurando a eficiência e a segurança nas operações penitenciárias. | ||
| OBJETIVOS | ||
| Geral Aprimorar os servidores da Diretoria-Geral de Polícia Penal (DGPP) no desempenho de suas funções rotineiras, ampliando suas habilidades e promovendo uma atuação contextualizada. Buscando, assim, uniformizar os procedimentos dentro das unidades prisionais do Estado, conforme previsto no Procedimento Operacional Padrão (POP). | ||
| Específicos • Compreender as regulamentações e políticas de segurança penitenciária; • Identificar e aplicar os Procedimentos Operacionais Padrão (POP); • Desenvolver habilidades de vigilância e monitoramento contínuo, reconhecendo suspeitos e sinais de possíveis crises; • Realizar revistas de estrutura prisional (celas e pátio) e pessoal de maneira sistemática, legal e eficiente; • Realizar a movimentação de presos; • Manter uma postura profissional e ética. | ||
| CONTEÚDO PROGRAMÁTICO | ||
| I – Fundamentação Legal: EC 104/2019, LEP, POP, LEI 20.918/20, LEI 20.756/20. II – Rotinas de serviço: a) Rendição; b) Equipamentos; c) Atribuições e postura do Policial Penal. III – Sistema de Controle de Acesso: a) Portaria 07/22 e 245/22. IV – Sistema de Revista: a) Revista de servidores da Unidade; b) Revista de presos: visual, tática, em pertences e minuciosa. c) Revista em autoridades; d) Revista de celas: geral e estrutural. V – Sistema de Movimentação de presos: a) Movimentação interna; b) Retirada de presos das celas para atendimentos diversos; c) Retorno de presos para as celas. VI – Sistema de Contagem de presos: a) Horário; b) Tipo de conferência; c) Encaminhamento de chamada; d) Procedimento de segurança. VII – Comunicação e rádio: a) Normas; b) Código Q; c) Alfa numérico. | ||
| METODOLOGIA | ||
| A disciplina utilizará uma abordagem diversificada e interativa, combinando: • Aulas expositivas (recursos audiovisuais); • Demonstrações práticas; • Sessões práticas em ambiente simulado de Unidade Prisional. • Feedback contínuo entre aluno e instrutor; | ||
| AVALIAÇÃO | ||
| A avaliação se dará de forma contínua durante o curso/instrução, tanto na parte teórica quanto prática, buscando avaliar o progresso do aluno e os devidos ajustes conforme necessidade. | ||
| BIBLIOGRAFIA | ||
| Básica | ||
| GOIÁS. DGAP. Site da DGAP. Portaria n. 533/2018. Disponível em https://www.policiapenal.go.gov.br/?cat=0. Acesso em: 10/02/24. GOIÁS. DGAP. Site da DGAP. Portaria n. 245/2022. Disponível em https://www.policiapenal.go.gov.br/?cat=0. Acesso em: 10/02/24 | ||
| Complementar | ||
| BRASIL. Emenda Constitucional nº 104, de 4 de dezembro de 2019. Altera o inciso XIV do caput do art. 21, o § 4º do art. 32 e o art. 144 da Constituição Federal, para criar as polícias penais federal, estaduais e distrital. Brasília, 2019. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc104.htm Acesso em: 10/02/24. BRASIL. Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984. Instituiu a Lei de Execução Penal. Brasília, 1984. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7210.htm. Acesso em: 10/02/24. | ||
| Curso: Curso de Intervenção Básica (CIB) | Disciplina: Defesa Pessoal Aplicada a Intervenção Básica | Carga Horária Mínima: 05 |
| EMENTA | ||
| Esta disciplina visa capacitar os servidores na atuação policial fundamentada na defesa pessoal aplicada à intervenção básica, possibilitando a segurança dos servidores e da população carcerária. A formação abrange técnicas de defesa pessoal, controle e contenção de indivíduos e medidas preventivas para minimizar riscos durante intervenções, promovendo um ambiente prisional mais seguro e controlado. | ||
| OBJETIVOS | ||
| Geral Compreender os princípios básicos da defesa pessoal. Desenvolver habilidades práticas de defesa pessoal correlatas a intervenção básica para garantir a segurança dos policiais e da população carcerária, aprimorando a capacidade de responder eficazmente a situações de risco com controle e confiança. | ||
| Específicos • Aprendizado de técnicas básicas de defesa pessoal; • Prevenção de conflitos e uso de técnicas de comunicação; • Integração de técnicas de defesa com equipamentos policiais; • Promoção do trabalho em equipe e coordenação; • Educação em aspectos legais e éticos do uso da força. | ||
| CONTEÚDO PROGRAMÁTICO | ||
| I – História da defesa pessoal. II – Uso progressivo da Força. II – Técnicas de Defesa Pessoal: a) Defesa contra pegada no punho; b) Defesa contra pegada no braço; c) Defesa contra pegada pelas costas; d) Defesa contra pegada no pescoço, pelas costas; e) Defesa contra pegada no pescoço frontal; f) Defesa com as costas no solo III – Oficina prática. | ||
| METODOLOGIA | ||
| A disciplina utilizará uma abordagem diversificada e interativa, combinando: • Aulas expositivas (recursos audiovisuais); • Demonstrações práticas; • Sessões práticas simuladas; • Feedback contínuo entre aluno e instrutor. | ||
| AVALIAÇÃO | ||
| A avaliação se dará de forma contínua durante o curso/instrução, tanto na parte teórica quanto prática, buscando avaliar o progresso do aluno e os devidos ajustes conforme necessidade. | ||
| BIBLIOGRAFIA | ||
| Básica | ||
| Gracie, Rorion. Título: Gracie Jiu-Jitsu. 1ª edição, Editora Gracie Publications. | ||
| Complementar | ||
| VAZ, J. E. C.; LAZAROTTO, A. C. A importância do treinamento contínuo em defesa pessoal para a atividade policial militar. Brazilian Journal of Development, [S. l.], v. 9, n. 7, p. 21304–21319, 2023. DOI: 10.34117/bjdv9n7-007. Disponível em: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/61184. Acesso em: 25 jun. 2024. | ||
| Curso: Curso de Intervenção Básica (CIB) | Disciplina: Instrumentos de Menor Potencial Ofensivo (IMPO) | Carga Horária Mínima: 05 |
| EMENTA | ||
| Esta disciplina visa capacitar os servidores no uso de instrumentos de menor potencial ofensivo, abordando técnicas e táticas de utilização para garantir a segurança e o controle efetivo em situações de conflito. A formação inclui a operação de dispositivos como gás lacrimogêneo, munições menos que letal, bem como o entendimento de regulamentações, medidas preventivas, e práticas seguras que minimizam os riscos tanto para os agentes quanto para a população carcerária, promovendo intervenções eficazes. | ||
| OBJETIVOS | ||
| Geral Proporcionar os servidores da Diretoria-Geral de Administração Penitenciária a oportunidade de conhecer os principais instrumentos de menor potencial ofensivo, bem como, o seu correto emprego, conforme alinhamento previsto na Matriz Curricular Nacional de Direitos Humano. | ||
| Específicos • Conhecimento Teórico sobre IMPO •Treinamento no Uso Adequado de IMPO • Avaliação de Situações para o Uso de IMPO; • Prevenção de Abusos e Uso Indevido; • Manutenção e Cuidados com IMPO; • Integração dos IMPO com Outras Técnicas de Intervenção. | ||
| CONTEÚDO PROGRAMÁTICO | ||
| I – Princípios, definições e aspectos legais. (Lei 13.060/2014). II – Objetivos e funcionamento das armas de Menor Potencial Ofensivo. II – Classificação das armas, munições, equipamentos e técnicas de Menor Potencial Ofensivo. III – Agentes químicos e agentes de repressão de distúrbios. IV – Doutrina de utilização. | ||
| METODOLOGIA | ||
| A disciplina utilizará uma abordagem diversificada e interativo, combinando: • Aulas expositivas (recursos audiovisuais); • Demonstrações práticas; • Sessões práticas; | ||
| AVALIAÇÃO | ||
| A avaliação se dará de forma contínua durante o curso/instrução, tanto na parte teórica quanto prática, buscando avaliar o progresso do aluno e os devidos ajustes conforme necessidade. | ||
| BIBLIOGRAFIA | ||
| Básica | ||
| BRASIL, Exército Brasileiro. Comando de Operações Terrestres – COTER – Caderno de Instrução Tecnologia Menos Letal (EB70-CI-11.415), 1ª Edição, 2017. SENASP, Secretaria Nacional de Segurança Pública. Ministério da Segurança Pública. Curso de Uso Diferenciado da Força. Sistema EAD. 2018. CONDOR S.A. Indústria Química, Catálogo de Fichas Técnicas. | ||
| Complementar | ||
| Lei nº 13.060, de 22 de dezembro de 2014. Disciplina o uso de instrumentos de menor potencial ofensivo pelos agentes de segurança pública. Portaria Interministerial nº 4.226, de 31 de dezembro de 2010. Estabelece diretrizes sobre o Uso da Força pelos agentes de segurança pública. | ||
| Curso: Curso de Intervenção Básica (CIB) | Disciplina: Algemamento e Imobilização Tática Básica | Carga Horária Mínima: 10 |
| EMENTA | ||
| A disciplina aborda os princípios e técnicas no uso de algemas, de imobilização, condução tática, integrando conhecimentos teóricos e práticos sobre o uso da força dentro dos parâmetros legais e éticos. Inclui fundamentos legais, práticas de segurança, simulações realistas e o estudo das regulamentações e direitos humanos, visando garantir a integridade física tanto do detido quanto do servidor. | ||
| OBJETIVOS | ||
| Geral Capacitar os alunos com as habilidades e conhecimentos necessários para realizar o algemamento e imobilização tática de maneira segura, eficiente e de acordo com o Procedimento Operacional Padrão (POP) e legislações correlatas. | ||
| Específicos • Entender os fundamentos legais e éticos do uso de algemas; • Aprender as técnicas básicas de algemamento e imobilização tática em diferentes situações; • Compreender as medidas de segurança para prevenir lesões e garantir a integridade física do detido; • Praticar cenários simulados para aplicar as técnicas aprendidas. | ||
| CONTEÚDO PROGRAMÁTICO | ||
| I – Introdução e Fundamentos Legais: c) Fundamentos legais no uso de algemas: regulamentações vigentes; d) Ética e direitos humanos no algemamento. II – Técnicas Básicas de Algemamento: d) Equipamentos de algemamento: tipos de algemas, manutenção e inspeção; e) Posições básicas de algemamento; f) Uso e comandos verbais e controle de situações; g) Transposição de algemas; h) Imobilização e condução. III – Técnicas Básicas de Algemamento: d) Equipamentos de algemamento: tipos de algemas, manutenção e inspeção; e) Posições do equipamento junto ao operacional; f) Posições básicas de algemamento; g) Transposição de algemas; h) Imobilização e condução; i) Gestão de resistência e uso de força proporcional. IV – Segurança e Prevenção de Lesões: d) Medidas de segurança no algemamento; e) Procedimentos de ajuste e segurança das algemas; f) Prevenção de lesões em ambas as partes: algemado e policial. | ||
| METODOLOGIA | ||
| A disciplina utilizará uma abordagem diversificada e interativa, combinando: • Aulas expositivas (recursos audiovisuais); • Demonstrações práticas; • Sessões práticas; • Feedback contínuo entre aluno e instrutor. | ||
| AVALIAÇÃO | ||
| A avaliação se dará de forma contínua durante o curso/instrução, tanto na parte teórica quanto prática, buscando avaliar o progresso do aluno e os devidos ajustes conforme necessidade. | ||
| BIBLIOGRAFIA | ||
| Básica | ||
| BRASIL. Debates de aprovação da Súmula Vinculante nº 11. Diário da Justiça do Supremo Tribunal Federal, Brasília, DF, 12 nov. 2008. DIRETORIA-GERAL DE POLÍCIA PENAL. Procedimento Operacional Padrão. Goiânia: Diretoria-Geral de Polícia Penal, 2018. Disponível em: https://www.policiapenal.go.gov.br/wp-content/uploads/2022/10/Procedimento-Operacional-Padrao.pdf. Acesso em: 19 maio 2023. MADY, Major QOPM Carlos Assad. Técnicas de imobilização e condução para a atividade de RPA. PMPR, Curitiva, PR, 2022. | ||
| Complementar | ||
| GOMES, Rodrigo Carneiro. Algemas segundo o STF. Revista Jurídica Consulex-Ano XI- nº292 – 23 de dezembro de 2007. BRASIL. Lei nº 3.689, de 3 de outubro de 1941. Código de Processo Penal. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del3689.htm. | ||
| Curso: Curso de Intervenção Básica (CIB) | Disciplina: Noções de Atendimento Pré-Hospitalar Tático: Uso de Torniquete. | Carga Horária Mínima: 05 |
| EMENTA | ||
| A disciplina aborda os princípios e técnicas essenciais para a aplicação eficaz de torniquetes em situações de emergência tática, visando salvar vidas, minimizar danos e garantir a segurança dos envolvidos. | ||
| OBJETIVOS | ||
| Geral Capacitar os servidores em identificar e controlar sangramentos massivos/maciços por meio do uso adequado de torniquetes, visando à estabilização de vítimas em situações de emergência. | ||
| Específicos • Compreender os diferentes tipos de sangramento e sua gravidade; • Conhecer as especificações e princípios do torniquete; • Adquirir habilidades práticas na aplicação do torniquete corretamente e em diferentes cenários de emergência. | ||
| CONTEÚDO PROGRAMÁTICO | ||
| I – Introdução ao Controle de Sangramento: a) Consequências do sangramento não controlado; b) A importância do controle de sangramento em ambientes táticos. II – Características e descrição técnica do torniquete: a) Funcionamento de torniquetes comerciais e improvisados; b) Vantagens e desvantagens de diferentes modelos (CAT, SOFT-T, etc…). III – Técnicas de aplicação do torniquete: a) Identificação das áreas para correta aplicação; b) Técnicas de aplicação em membros superiores e inferiores; c) Verificação da eficácia na aplicação do torniquete (cessação do pulso distal); a) Erros comuns na aplicação. | ||
| METODOLOGIA | ||
| A disciplina utilizará uma abordagem diversificada e interativa, combinando: • Aulas expositivas (recursos audiovisuais); • Demonstrações práticas; • Sessões práticas em ambiente simulado com auto aplicação e aplicação em outro aluno. • Feedback contínuo entre aluno e instrutor; | ||
| AVALIAÇÃO | ||
| A avaliação se dará de forma contínua durante o curso/instrução, tanto na parte teórica quanto prática, buscando avaliar o progresso do aluno e os devidos ajustes conforme necessidade. | ||
| BIBLIOGRAFIA | ||
| Básica | ||
| BRASIL. Ministério da Justiça e Segurança Pública. Portaria nº 98, de 1º de julho de 2022, que cria a Diretriz Nacional de Atendimento Pré-Hospitalar Tático para Profissionais de Segurança Pública (APH-Tático). Publicado em Diário Oficial da União no dia 04/07/2022 | Edição: 124 |Seção: 1 | Página: 34. Ezeibe C, McCarty JC, Chaudhary MA, De Jager E, Herrera-Escobar J, Andriotti T, Jarman MP, Ortega G, Goralnick E. Haemorrhage control in the prehospital setting: a scoping review protocol. BMJ Open. 2019 Jul 27;9(7):e 029051. doi: 10.1136/bmjopen-2019-029051. PMID: 31352418; PMCID: PMC6661646. | ||
| Complementar | ||
| BRASIL. Ministério da Justiça e Segurança Pública. Manual de Atendimento Pré-Hospitalar Tático para Profissionais de Segurança Pública | Nível Básico. Versão Atualizada. Brasília: Senasp, 2022. Scerbo MH, Mumm JP, Gates K, Love JD, Wade CE, Holcomb JB, Cotton BA. Safety and Appropriateness of Tourniquets in 105 Civilians. Prehosp Emerg Care. 2016 Nov-Dec;20(6):712-722. doi: 10.1080/10903127.2016.1182606. Epub 2016 May 31. PMID: 27245978; PMCID: PMC5104170. Butler FK Jr, Holcomb JB, Giebner SD, McSwain NE, Bagian J. Tactical combat casualty care 2007: evolving concepts and battlefield experience. Mil Med. 2007 Nov;172(11 Suppl):1-19. doi: 10.7205/milmed.172.supplement_1.1. PMID: 18154234. | ||
| Curso: Curso de Intervenção Básica (CIB) | Disciplina: Noções de Balística: Desconstrução de Mitos | Carga Horária Mínima: 05 |
| EMENTA | ||
| A disciplina abrange conceitos fundamentais de balística interna, externa e terminal, desmistifica concepções populares sobre armas de fogo, demonstra princípios balísticos por meio de exemplos práticos e promove o desenvolvimento de habilidades analíticas para a avaliação crítica de informações e mitos relacionados à balística. | ||
| OBJETIVOS | ||
| Geral Desenvolver um entendimento fundamental sobre balística e desmistificar concepções errôneas sobre armas de fogo, promovendo uma abordagem baseada em fatos para o uso e manuseio seguro dessas ferramentas no contexto policial. | ||
| Específicos • Introduzir os conceitos básicos de balística interna, externa e terminal; • Desconstruir mitos populares sobre armas de fogo e seus efeitos; • Demonstrar os princípios balísticos através de exemplos práticos; • Desenvolver habilidades críticas para analisar informações e mitos relacionados à balística. | ||
| CONTEÚDO PROGRAMÁTICO | ||
| I – Introdução à Balística: e) Conceitos gerais; f) Definição e importância da balística; g) Divisões da balística: interna, externa e terminal. II – Balística Interna: i) Calibre real e calibre nominal; j) Raias. III – Balística Externa: IV – Balística Terminal: g) Efeitos do projétil ao atingir o alvo; h) Diferentes tipos de munição e seus efeitos; i) Diferentes tipos de munição e seus efeitos; j) Teoria da incapacitação. V – Desconstrução de Mitos: a) Poder de parada; b) Double tap; c) Disparo sem contato com meio biológico. | ||
| METODOLOGIA | ||
| A disciplina utilizará uma abordagem diversificada e interativa, combinando: • Aulas expositivas (recursos audiovisuais); • Feedback contínuo entre aluno e instrutor. | ||
| AVALIAÇÃO | ||
| A avaliação se dará de forma contínua durante o curso/instrução, tanto na parte teórica quanto prática, buscando avaliar o progresso do aluno e os devidos ajustes conforme necessidade. | ||
| BIBLIOGRAFIA | ||
| Básica | ||
| MARIZ, Luiz Gaspar. Balística. 1. Ed. Brasília, DF: Ed. Do Autor, 2022. MARIZ, Luiz Gaspar. Anotações Sobre a Doutrina Policial: Balística. Vol. 2. 1. Ed. Brasília, DF: Ed. Do Autor, 2019. | ||
| Complementar | ||
| LEANDRO, Antunes Marinho. Armas de Fogo e Legítima Defesa – A Desconstrução de Oito Mitos. Lumem Juris, 2016. | ||
| Curso: Curso de Intervenção Básica (CIB) | Disciplina: Uso, manuseio e manutenção de armamento: Pistola aplicada a Intervenção Básica | Carga Horária Mínima: 10 |
| EMENTA | ||
| Capacitação teórica e prática no manuseio do armamento tipo pistola, com foco no desempenho profissional dos participantes e segurança, visando proporcionar habilidades sólidas na operação e manutenção do armamento. | ||
| OBJETIVOS | ||
| Geral Capacitar os participantes no manuseio seguro e eficiente da pistola PT 100, compreendendo suas características, manutenção, técnicas de tiro e práticas de segurança na utilização do armamento, otimizando o desempenho profissional e buscando a preservação da vida. | ||
| Específicos • Compreender as especificações técnicas e características do armamento; • Entender o funcionamento do armamento e seus componentes; • Aplicar as normas e procedimentos de segurança; • Realizar corretamente a desmontagem, limpeza, lubrificação e montagem do armamento; • Dominar os fundamentos do tiro. | ||
| CONTEÚDO PROGRAMÁTICO | ||
| I – Informações técnicas sobre o armamento. II – Desmontagem, manutenção, lubrificação e montagem do armamento (1º escalão). III – Regras de segurança. IV – Fundamentos do tiro: a) Base (plataforma); b) Empunhadura (saque, empunhadura e apresentação); c) Visada; d) Respiração; e) Acionamento da tecla do gatilho; f) Follow Througth (recuperação de visada). V – Manuseio: b) Área de trabalho; c) Reset do gatilho (rearmar o gatilho); d) Saque ostensivo (lento e rápido); e) Saque velado (lento e rápido); f) Empunhadura dupla; g) Empunhadura simples (mão ativa); h) Recargas (tática e emergencial); i) Solução de panes. | ||
| METODOLOGIA | ||
| A disciplina utilizará uma abordagem diversificada e interativo, combinando: • Aulas expositivas (recursos audiovisuais); • Demonstrações práticas; • Sessões práticas de montagem e desmontagem e manuseio do armamento; • Prática em Estande de Tiro (treinamento a frio “seco” e disparos); Disparos: 20 disparos de treinamento: atividade prática para desenvolver habilidades de precisão e controle com feedback contínuo do instrutor. 10 disparos de avaliação: atividade prática para medir o desempenho e a precisão do aluno, analisando a correta aplicação das técnicas aprendidas. • Feedback contínuo entre aluno e instrutor; | ||
| AVALIAÇÃO | ||
| A avaliação se dará de forma contínua durante o curso/instrução, tanto na parte teórica quanto prática, buscando avaliar o progresso do aluno e os devidos ajustes conforme necessidade. A avaliação será definida pela equipe de instrução conforme a realidade operacional do curso: 10 disparos, se baseando no plano de ensino. | ||
| BIBLIOGRAFIA | ||
| Básica | ||
| PELLEGRINI, Marcel; MORAES, Edimar. Tiro de combate pistola: Fundamentos e habilidades. São Paulo: Schoba, 2017. | ||
| Complementar | ||
| MARIZ, Luiz Gaspar. Balística. Brasília, DF: Ed. Do Autor, 2022. | ||
| Curso: Curso de Intervenção Básica (CIB) | Disciplina: Uso, manuseio e manutenção de armamento: Espingarda 12 GA aplicada a Intervenção Básica | Carga Horária Mínima: 10 |
| EMENTA | ||
| Esta disciplina visa capacitar os alunos no uso da Espingarda Gauge 12, integrando teoria e prática, para que possam compreender e aplicar procedimentos corretos, enfatizando o desempenho profissional e a segurança operacional. | ||
| OBJETIVOS | ||
| Geral Capacitar os participantes no manuseio seguro e eficiente da Espingarda Gauge 12, compreendendo suas características, manutenção, técnicas de tiro e práticas de segurança na utilização do armamento, otimizando o desempenho profissional e buscando a preservação da vida. | ||
| Específicos • Compreender as especificações técnicas e características do armamento; • Entender o funcionamento do armamento e seus componentes; • Aplicar as normas e procedimentos de segurança; • Realizar corretamente a desmontagem, limpeza, lubrificação e montagem do armamento; • Dominar os fundamentos do tiro. | ||
| CONTEÚDO PROGRAMÁTICO | ||
| I – Informações técnicas sobre o armamento. a) Tipos de munição e suas aplicabilidades. II – Equipamentos: a) Porta Munições; b) Bandoleira. II – Desmontagem, manutenção, lubrificação e montagem do armamento (1º escalão). III – Regras de segurança. IV – Fundamentos do tiro aplicado ao armamento: a) Base (plataforma); b) Empunhadura; c) Visada; d) Respiração; e) Acionamento da tecla do gatilho. V – Manuseio: j) Inspeção do armamento; k) Área administrativa; l) Área de trabalho; m) Municiar e desmuniciar; n) Recargas: administrativa, tática e emergencial; o) Solução de panes. | ||
| METODOLOGIA | ||
| A disciplina utilizará uma abordagem diversificada e interativo, combinando: • Aulas expositivas (recursos audiovisuais); • Demonstrações práticas; • Sessões práticas de montagem e desmontagem e manuseio do armamento; • Prática em Estande de Tiro (treinamento a frio “seco” e disparos); Disparos: 20 disparos de treinamento: atividade prática para desenvolver habilidades de precisão e controle com feedback contínuo do instrutor. • Feedback contínuo entre aluno e instrutor; | ||
| AVALIAÇÃO | ||
| A avaliação se dará de forma contínua durante o curso/instrução, tanto na parte teórica quanto prática, buscando avaliar o progresso do aluno e os devidos ajustes conforme necessidade. | ||
| BIBLIOGRAFIA | ||
| Básica | ||
| GUEDES, Tiago Vargas; LINHARES, Felipe da Silva; VARGAS, Tiago Corrêa; CERNICCHIARO, Luiz Eduardo Mazullo; OLIVEIRA, Adriano Dias de; CANTINI, Elaine. ARMAMENTO POLICIAL: UM ESTUDO DA UTILIZAÇÃO DE ARMAS LONGAS EM UNIDADES PRISIONAIS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, [S. l.], v. 7, n. 2, p. 814–826, 2021. DOI: 10.51891/rease.v7i2.879. Disponível em: https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/879. Acesso em: 16 maio. 2024. | ||
| Complementar | ||
| Ministério da Justiça. Portaria Interministerial nº 4.226, de 31 de dezembro de 2010. Estabelece Diretrizes sobre o Uso da Força pelos Agentes de Segurança Pública. In: Diário Oficial da União, Brasília, v. 148, n. 1, p. 27, 3 jan. 2011. Seção 1. | ||
| Curso: Curso de Intervenção Básica (CIB) | Disciplina: Intervenção Penitenciária Básica | Carga Horária Mínima: 20 |
| EMENTA | ||
| A disciplina visa capacitar os servidores para aprimorar suas habilidades no desempenho das funções cotidianas, focando na prevenção e antecipação de crises no ambiente prisional. Serão abordados os princípios básicos da intervenção penitenciária, técnicas de comunicação, controle e contenção, além do desenvolvimento de planos de ação para lidar com crises. | ||
| OBJETIVOS | ||
| Geral Aperfeiçoar o servidor da Diretoria-Geral de Polícia Penal (DGPP), no exercício das suas funções rotineiras, ampliando suas habilidades afim de prevenir e antecipar crises no ambiente prisional, por meio dos conhecimentos repassados. | ||
| Específicos • Compreender os Princípios Básicos da Intervenção Penitenciária; • Desenvolver Técnicas de Comunicação eficaz; • Aprender Técnicas de Controle e Contenção; • Identificar sinais de crises e desenvolver plano de ação diante das mesmas; • Executar Procedimentos de revista, busca e apreensão; • Implementar Estratégias de prevenção de crises; • Desenvolver habilidades de trabalho em equipe. | ||
| CONTEÚDO PROGRAMÁTICO | ||
| I – Criação do GOPE e demais Grupos Táticos da Polícia Penal do Estado de Goiás. II – Conceito básico de Intervenção Prisional. III – Gerenciamento em situações iniciais de crise: a) Procedimentos iniciais de segurança; b) Situações de crises segundo o POP. IV – Protocolos internos aplicados a Intervenção Básica: a) Congelamento de cela; b) Retirada de presos para o banho de sol; c) Retirada de presos para atendimentos diversos. V – Planejamento e emprego de recursos aplicados a Intervenção Básica: a) Recursos humanos; b) Recursos materiais. VI – Postura e segurança com o armamento. | ||
| METODOLOGIA | ||
| A disciplina utilizará uma abordagem diversificada e interativa, combinando: • Aulas expositivas (recursos audiovisuais); • Demonstrações práticas; • Sessões práticas em ambiente simulado e de Unidade Prisional. • Feedback contínuo entre aluno e instrutor; | ||
| AVALIAÇÃO | ||
| A avaliação se dará de forma contínua durante o curso/instrução, tanto na parte teórica quanto prática, buscando avaliar o progresso do aluno e os devidos ajustes conforme necessidade. | ||
| BIBLIOGRAFIA | ||
| Básica | ||
| GOIÁS. DGAP. Site da DGAP. Portaria n. 533/2018. Disponível em https://www.policiapenal.go.gov.br/?cat=0. Acesso em: 10/02/24. GOIÁS. DGAP. Site da DGAP. Portaria n. 245/2022. Disponível em https://www.policiapenal.go.gov.br/?cat=0. Acesso em: 10/02/24 | ||
| Complementar | ||
| BRASIL. Emenda Constitucional nº 104, de 4 de dezembro de 2019. Altera o inciso XIV do caput do art. 21, o § 4º do art. 32 e o art. 144 da Constituição Federal, para criar as polícias penais federal, estaduais e distrital. Brasília, 2019. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc104.htm Acesso em: 10/02/24. BRASIL. Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984. Instituiu a Lei de Execução Penal. Brasília, 1984. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7210.htm. Acesso em: 10/02/24. | ||
| Curso: Curso de Intervenção Básica (CIB) | Disciplina: Prática Supervisionada Aplicada a Intervenção Básica | Carga Horária Mínima: 10 |
| EMENTA | ||
| Essa disciplina visa desenvolver habilidades e competências dos participantes por meio da prática supervisionada, preparando-os para situações operacionais específicas no ambiente prisional. | ||
| OBJETIVOS | ||
| Geral Avaliar o desempenho prático do discente perante os conhecimentos transmitidos durante a realização do Curso de Intervenção Básica. | ||
| Específicos • Aplicação prática dos conhecimentos teóricos; • Desenvolvimento de competências operacionais; • Aprimoramento da capacidade de avaliação de riscos; • Desenvolvimento de habilidades de comunicação; • Integração e trabalho em equipe. | ||
| CONTEÚDO PROGRAMÁTICO | ||
| I – Avaliação de riscos. b) Identificação e avaliação de riscos na operação de intervenção; c) Desenvolvimento de estratégias de mitigação de riscos. II – Equipamentos: c) Utilização de armas de fogo e protocolos de segurança; d) Manuseio e uso de instrumentos de menor potencial ofensivo (IMPO). e) Prática com dispositivos de comunicação (rádios, celulares) durante intervenções. II – Trabalho em Equipe e Coordenação Operacional: a) Desenvolvimento de habilidades de liderança e apoio mútuo; b) Práticas de planejamento e execução de intervenções em grupo. III – Execução do procedimento de Intervenção Prisional. | ||
| METODOLOGIA | ||
| A disciplina utilizará uma abordagem diversificada e interativo, combinando: • Demonstrações práticas; • Sessões práticas de Intervenção Prisional Básica. | ||
| AVALIAÇÃO | ||
| A avaliação se dará de forma contínua durante o curso/instrução, tanto na parte teórica quanto prática, buscando avaliar o progresso do aluno e os devidos ajustes conforme necessidade. | ||
| BIBLIOGRAFIA | ||
| Básica | ||
| BRASIL. Emenda Constitucional nº 104, de 4 de dezembro de 2019. Altera o inciso XIV do caput do art. 21, o § 4º do art. 32 e o art. 144 da Constituição Federal, para criar as polícias penais federal, estaduais e distrital. Brasília, 2019. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/emendas/emc/emc104.htm Acesso em: 10/02/24. BRASIL. Lei nº 7.210, de 11 de julho de 1984. Instituiu a Lei de Execução Penal. Brasília, 1984. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l7210.htm. Acesso em: 10/02/24. | ||
| Complementar | ||
| Ministério da Justiça. Portaria Interministerial nº 4.226, de 31 de dezembro de 2010. Estabelece Diretrizes sobre o Uso da Força pelos Agentes de Segurança Pública. In: Diário Oficial da União, Brasília, v. 148, n. 1, p. 27, 3 jan. 2011. Seção 1. GOIÁS. DGAP. Site da DGAP. Portaria n. 533/2018. Disponível em https://www.policiapenal.go.gov.br/?cat=0. Acesso em: 10/02/24. GOIÁS. DGAP. Site da DGAP. Portaria n. 245/2022. Disponível em https://www.policiapenal.go.gov.br/?cat=0. Acesso em: 10/02/24. | ||
JOSIMAR PIRES NICOLAU DO NASCIMENTO
Policial Penal / Diretor-Geral de Polícia Penal